terça-feira, 20 de setembro de 2011

Dimensão do problema

Aqui vai uma dica para os cuidadores dos banzos.

Não dê muita importância as ranhetices dos banzos nem faça o problema dele muito maior. Vou dar um exemplo.

Um amigo tinha um pai já era bem idoso. Volta e meia ele tinha uma queda e precisava que alguém fosse levantar ele.

Esse meu amigo conta que quando chegava em casa e encontrava o pai caido no chão, fazia uma encenação e dizia: "O que você tá fazendo aí?" e ia fazer alguma outra coisinha antes de tirar ele do chão.

Ele não dava importância a ele estar caído no chão, não fazia um estardalhaço. Com isso ele garantia que o pai não se sentisse um coitadinho, uma vítima. Alias fazer o banzo ficar com uma certa raiva é até benéfico prá ele, porque acaba substituindo o sentimento de pena e autopiedade por outro de melhor categoria.

Porque a pessoa que está precisando de atenção não precisa ser vítima, suas necessidades não são maiores que a dos outros. Suas vontades tem que ser controladas para que o cuidador do banzo não vire seu refém.

O banzo é banzo, nem especial e nem sem importância.

O importante é tratar o banzo sem dar importância as suas limitações. Dar bronca quando precisa e dar desconto quando necessário.

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